domingo, 31 de janeiro de 2016

Entrevistando cosplayers: Mony Sanri

   Dando continuidade às entrevistas com cosplayers do estado do Amapá, após a entrevista de Sabrina Correia, desta vez trago as respostas de Monique Ribeiro, a Mony Sanri, ao questionário proposto:

sábado, 30 de janeiro de 2016

Entrevistando cosplayers: Sabrina Correia

   Cá estava eu pensando com as teclas e botões do meu notebook quando tive a ideia de entrevistar alguns cosplayers (quem faz cosplay, aglutinação do inglês costume play, que é o ato de se caracterizar como um personagem de filme, série, desenho, etc.) daqui do Amapá, então fiz um formulário on line com as questões e - como umas amigas estão fazendo um Trabalho de Conclusão de Curso, vulgo "TCC", sobre cosplay, encaminhei a elas para análise, sugestões, correções e etc., de modo que elas possam igualmente aproveitar o resultado.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Guerreiros de Jade: Conheça o projeto

  O roteirista e desenhista amador Wiu Junior, que mora em Itabirito (MG) e tem 33 anos, está atrás de patrocínio e ajuda para a produção do anime que atende pelo nome "Guerreiros de Jade". O projeto teve início em 2012, quando Wiu, que sempre gostou de animes e mangas, decidiu criar o seu próprio, baseando-se principalmente em elementos do xintoísmo, a religião tradicional japonesa.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Semana do Japão no Amapá 2016

   Acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de janeiro, no Museu Sacaca (Av. Feliciano Coelho, 1509 - Trem, Macapá), a Semana do Japão no Amapá. O evento, que terá entrada franca, está sendo organizado pelo Consulado do Japão em Belém, pelo Governo do Estado do Amapá [1] e pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá - IEPA, com o apoio da AMCEL, da Associação Nipo-Brasileira do Amapá - ANIBRAP, do Colégio Intergenius e da Amazônia Típica.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Star Wars e as acusações de racismo que não chegam ao Finn

   Embora as polêmicas a respeito de racismo em "Star Wars" não sejam novidade, fazendo-se presentes desde a trilogia clássica, o fato é que vivemos em tempos nos quais os famigerados Justiceiros Sociais não apenas parecem atacar a tudo e a todos indiscriminadamente (e, não raro, sem muita análise acerca de coisas como o contexto), como também chegam a forjar situações e o que estiver à mão (ex.: mulheres que dão falsas queixas de estupro [1]), além de forçarem a barra a fim de provarem que estão com a razão ou sabe-se-lá-o-quê.